Toda a escola esteve envolvida na Festa de Natal! Durante a semana que antecedeu a festa pairou um espírito natalício na nossa escola, houve entusiasmo, e empenho da parte de todos para que a festa fosse possível. Todas as turmas participaram, cada qual com as actuações que preparou. Foi espetacular!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Magusto
Para festejar o S. Martinho, trabalhamos em grupo para pesquisar e fazer recolha de:
- Lenda de S. Martinho;
- Canções;
- Provérbios;
- Adivinhas.
Cada um de nós pintou o seu lenço para usar no dia de S. Martinho.
Nas aulas de Artes Dramáticas recortamos e decoramos uma grande castanha para guardar as nossas castanhas assadas. Também fizemos o recorte das imagens da Lenda de S. Martinho.
No dia do nosso Magusto, com a caruma que trouxemos, fizemos uma bela fogueira, para assar algumas castanhas. Foi muito divertido, e saltar à fogueira foi o máximo! Por fim comemos as castanhas acompanhadas de um sumo, e estavam muito saborosas!
sábado, 3 de novembro de 2012
História A cigarra e as formigas
A cigarra e as formigas
Num dia de Verão uma cigarra estava deitada numa folha muito descansada e passaram por ela umas formigas que transportavam comida para o Inverno, e a cigarra disse-lhes:
- Porque é que estão a levar comida?
As formigas responderam-lhe:
- Estamos a guardar comida para o Inverno.
A cigarra desafiou-as e disse:
- Ainda falta muito tempo para o Inverno, venham brincar!
- Não podemos parar porque no Inverno está frio e a neve tapa tudo.
E depois viraram costas e foram-se embora. A cigarra pensou: « Se tenho comida para hoje para que é que me vou preocupar com a comida de amanhã? »
Chegou o Outono e a cigarra não se preocupava com a comida para o Inverno. Passaram as formigas pela cigarra, que lhes disse:
- Já chega de procurar comida, formigas, venham brincar!
- Não temos tempo para brincar, e tu ainda te vais arrepender.
- Formigas inúteis! – disse a cigarra.
Passou o Outono e chegou o Inverno. A cigarra foi buscar comida mas não havia nada porque a neve cobria tudo. Então disse:
- Vou procurar amanhã.
A cigarra procurou, procurou, mas não encontrou nada, e disse:
- Vou morrer de fome por ter sido tão preguiçosa.
E deitou-se no chão à espera da morte. As formigas que iam a passar ajudaram-na, levaram-na para casa delas e partilharam a comida.
E com esta história aprendemos que não devemos ser preguiçosos.
A cigarra e as formigas
Num lindo dia de Verão, uma cigarra estava deitada numa
folha a cantar:
- Lá! Lá! Lá! Ai que belo dia! Viva o Verão!
Enquanto ela cantava três formigas trabalhavam para no
Inverno terem comida.
A cigarra disse:
- Ei! Venham brincar e cantar comigo!
- Não podemos, temos que arranjar comida para termos no
Inverno! Vais-te arrepender se não fizeres o mesmo!
Passaram alguns dias e já era Outono e a cigarra ainda não
estava a sentir-se preocupada. Passaram outra vez as formigas e a cigarra
disse:
- Venham brincar comigo, e arranjam comida noutro dia!
- Não podemos, depois chega o Inverno e morremos!
E disse a cigarra:
- Ó que baratas tontas!
Passaram outra vez alguns dias e já tinha chegado o Inverno,
e a cigarra disse:
- Vou apanhar comida para o Inverno!
Foi lá fora, e não tinha nem sequer uma folhinha, nem nenhum
pedaço de relva. Foi às árvores e também não tinha nada, mas a cigarra tinha muita
fome. A cigarra arrastou-se até um monte de neve e sentou-se. Ela já estava
quase a morrer mas apareceram as três formigas, todas jeitosas e com laços na
cabeça. E disseram umas para as outras:
- Ela está quase a morrer, devemos ajudá-la, devemos dizer-lhe
para vir connosco.
Então disseram para a cigarra:
- Cigarra, queres comer alguma coisa connosco?
- Claro que sim!
E então as quatro comeram e a cigarra disse:
- Obrigada formigas!
A cigarra ficou muito feliz e foi um inseto mais trabalhador
a partir desse dia.
A cigarra e as formigas
Nos dias quentes de Verão, havia uma cigarra que passava a
vida a cantar. Estava deitada numa folha verde e a comer folhas tenras que
tinha na floresta. Certo dia a cigarra viu formigas a carregar comida e
perguntou-lhes:
- Formigas, porque estão a trabalhar num dia tão quente como
este?
- Cigarra, estamos a transportar comida para o Inverno! –
responderam elas atarefadas.
- Inverno! Falta muito tempo para essa estação!
Depois de algumas semanas, já estavam no Outono, e a cigarra
continuava deitada numa folha muito verdinha a cantar.
Mais uma vez as formigas continuavam a trabalhar e a cigarra
perguntou-lhes:
- Porque continuam a trabalhar, amigas formigas?
- Já estamos no Outono! Temos que nos despachar a trabalhar.
Um dia tu vais arrepender-te. – disseram as formigas.
Passados alguns dias já estavam no Inverno e a cigarra
dentro da casinha dela. Estava cheia de fome e por isso saiu e foi procurar
comida. Chegou à floresta, só que não tinha comida nenhuma porque a neve tinha
coberto as ervas. Voltou para casa e pôs-se a pensar: « Como estarão as
formigas a passar o Inverno? »
Uma formiga passou perto da casa dela e a cigarra
perguntou-lhe:
- Pode-me arranjar alguma comida para eu comer?
- Está bem, eu dou-lhe comida, só que para a próxima você
tem que trabalhar!
E a cigarra respondeu:
- Prometo que para a próxima vou trabalhar.
A cigarra e as formigas
Era uma vez uma cigarra que não se preocupava com nada. Um
dia estava tranquila numa folha verde e fresca, quando lhe apareceram três
formigas, cada uma carregada de alimentos, e a cigarra perguntou-lhes:
- Para que é tanto trabalho?
E as formigas responderam-lhe:
- Estamos a armazenar comida para o Inverno.
- Não se preocupem tanto, ainda faltam muitos meses! Fiquem
aqui a cantar comigo!
As formigas não lhe ligaram e continuaram à procura de
comida.
Passado algum tempo a cigarra pensou: « Para que é tanto
trabalho, tenho aqui tantas folhas verdes e frescas para comer… »
Quando chegou o Inverno, a cigarra não tinha andado à
procura de alimento, e agora não tinha que comer. E disse assim:
- Vou ver se encontro alguma coisa para comer.
Foi procurar a vários sítios para ver se encontrava
alimento, mas havia um manto branco que cobria todas as ervas e as árvores,
coitadinhas, estavam nuas.
A cigarra deitou-se na neve dizendo:
- Eu vou morrer, eu vou morrer!
Vendo-se assim, foi à casa das formigas, que tinham
trabalhado no Verão, para ver se lhe davam de comer. A cigarra bateu à porta e
disse:
- Emprestem-me um bocadinho da vossa comida…
E as formigas perguntaram-lhe:
- O que fizeste no Verão?
- Cantei, cantei.
E as formigas disseram:
- Agora dança!
Por fim as formigas deram-lhe de comer e foi assim que a
cigarra sobreviveu.
Aprendi que se deve
trabalhar e depois brincar.
Diálogo entre dois frutos de Outono
“Diálogo
entre dois frutos do Outono”
Num jardim havia castanheiros com muitas castanhas mas uma
delas fugiu. Essa castanha foi parar a uma casa com um campo e ela foi andando.
A certa altura apareceu um marmelo à sua frente. A castanha
assustou-se porque pensou que era um bicho. Então, o marmelo disse:
_Olá, castanha! Eu sou o marmelo. Sou amarelo e tenho um
carroço dentro de mim. E tu o que tens dentro de ti?
_Olá, marmelo! Eu sou amarela por dentro. Dou para comer
assada, cozida ou crua. E tu o que dás para fazer?
_Eu dou para fazer marmelada que fica deliciosa. E onde
vives?
_Eu vivia num jardim. E estás amarelo porquê?
_Porque estou maduro. Primeiro fico verde e depois fico
amarelo. Onde nasceste?
_Eu nasci num castanheiro. Depois caí quando fiquei madura.
Nesta altura, algumas árvores deixam cair as folhas que são de várias cores.
Então eles foram ver se as folhas eram de várias cores. E a
castanha estava a decidir falar de mais alguns frutos. A castanha perguntou:
_Marmelo e que tal se falássemos de mais alguns frutos?
_Bom, está bem!
_Onde nasce a maçã? Onde nasce a pêra?
_A maçã nasce na macieira. A pêra nasce na pereira. A maçã
também dá para fazer tartes e também se come cozida e assada. A pêra é muito
boa!
_Agora já sei.
O marmelo ficou contente com o agradecimento da castanha. O marmelo
perguntou:
_Castanha, como se chama a árvore dos figos? E de que cor
são?
_Os figos nascem na figueira e a cor deles é verde claro.
E foi assim que a castanha e o marmelo ficaram amigos e brincaram
muito. Mas também se divertiram imenso.
“ Diálogo entre
dois frutos de Outono”
Era uma vez uma castanha
que se encontrou com uma maçã na casa de uma menina chamada Jessica. Elas
encontraram-se na cozinha da Jessica, na fruteira, pois a menina e a mãe tinham
ido buscar maçãs ao supermercado. E também tinham colhido castanhas de um parque
com muitos castanheiros.
Certo dia disse a castanha
pensando em conhecer melhor a maçã:
-Olá, eu sou a Castanhinha. Eu era a mais pequenina da árvore em que estava, antes da menina me ter colhido.
E tu como te chamas?
-Eu chamo-me Maçã Verde,
mas os meus amigos tratam-me por Verdinha! Eu também vivia numa árvore mas não
foi a menina a colher-me, foram os trabalhadores de uma empresa que vende
frutas para o supermercado onde a Jessica me comprou. Acho que já devíamos ter
falado há mais tempo, somos tão diferentes mas ao mesmo tempo tão iguais!
-Iguais? Eu não acho, tu és
grande, achatada e verde, eu sou pequena
e castanha! Como podemos ser parecidas?
-Somos diferentes por fora
mas somos ambas frutas de Outono e gostamos de conhecer pessoas novas. Tens que
admitir, temos algumas coisas em comum!
-Talvez tenhas razão, mas o
que é um fruto de Outono?
-Um fruto de Outono é um
fruto que se colhe nesta estação!
-Verdinha, tu és mesmo
inteligente, esclareceste todas as minhas dúvidas, obrigado!
E assim do que só parecia
ser uma pequena apresentação, a Castanhinha e a Maçã Verde ficaram as melhores
amigas. E todos os dias a Maçã Verde esclarecia muitos enigmas à Castanhinha,
que ficava encantada.
“Diálogo entre dois frutos do Outono"
Esta história passa-se num castanheiro onde dois amigos
frutos do Outono estão a conversar.
Esses frutos eram a castanha e a romã, eles estavam a falar
sobre o Outono:
-Olá amiga castanha! - disse a romã muito contente.
-Olá amiga romã! Porque é que
estás assim tão contente? Nunca te tinha visto assim! - disse a castanha muito
surpreendida.
- Porque chegou finalmente a
minha estação do ano favorita! - respondeu a romã.
-Mas qual é? Eu não sei, ainda
sou pequena! - disse a castanha muito triste.
-Não te preocupes eu ensino-te.
Então é assim: há aquela estação do ano em que a neve cai, chama-se Inverno, há
aquela em que nascem as flores e vêm as andorinhas, chama-se a Primavera. Aquela
em que há muito calor, é o Verão e esta, que é a que eu gosto mais, chama-se
Outono. Então já sabes?
- Acho que sim.
- Então diz lá!
- Inverno, Primavera, Verão e
Outono. Mas o que acontece no Outono?
- No Outono as folhas caem e são
de várias cores! E agora qual é a tua estação do ano preferida?
- A minha estação do ano
preferida não é nenhuma, porque eu gosto de todas!
E acabou esta história com os dois
frutos a rir!
Mas depois a romã foi para casa
dela e ficou cada uma a dormir descansada.
“Diálogo entre dois
frutos de Outono”
Era uma vez um lindo
campo onde tinha uma linda macieira. Lá vivia uma maçã chamada maçã Triste por
nunca ter um amigo com quem falar e brincar. Mas um dia tudo mudou. Nasceu uma
nova maçã mesmo à beirinha da maçã Triste, que, como era nova naquela macieira
a maçã Triste perguntou-lhe:
_Olá, como é que te
chamas?
_Chamo-me maçã Bebé. E
tu?
_Chamo-me maçã Triste.
_Porquê?_ perguntou a
maçã Bebé.
_Porque não tenho amigos
e estou sempre triste e sozinha.
_ Eu também, mas chamo-me
maçã Bebé porque nasci há pouco tempo.
_Que sorte! Já que és
nova na macieira, eu não tenho amigos e tu também não, queres ser minha amiga?
_Sim!
_Ainda bem. Sabes jogar
ao Croquete?
_Não.
_E ao dominó?
_Também não.
_E ao Si Si Si?
_Não.
_Então ao que é que sabes
jogar?
_A nada.
_Quem nada é o peixe. Mas
deixa estar que eu ensino-te.
E estiveram noite e dia,
dia e noite a treinar e a maçã Bebé confundia sempre tudo.
Até que um dia a maçã
Bebé ficou adulta e ficou a chamar-se maçã Contente e a maçã Triste como já
tinha arranjado uma amiga passou a chamar-se maçã Risonha.
Houve um dia em que a
maçã Risonha desistiu de ensinar a maçã Contente e disse:
_Já chega! Desisto, é
impossível ensinar-te um único jogo que seja, por isso tive uma ideia. Vamos
fazer desenhos de cada um dos momentos que foram mais importantes para nós e
depois colamo-los num álbum para ficar como recordação!
_Sim, isso mesmo.
E assim fizeram. Todos os
dias a desenhar, elas tornaram-se amigas inseparáveis.
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